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domingo, 1 de dezembro de 2019

Qubit é esse?


A Computação quântica é o novo limite?

Como já dissemos aqui no Blog OExternauta, a nanotecnologia estará presente em nossas vidas em um futuro próximo.

O QuBit é o futuro de tudo que conhecemos.

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Válvula Triodo utilizada em 1906
Podemos dizer que as primeiras experiências eletrônicas ocorreram com Thomas Edson quando este inventou a lâmpada incandescente; mas ela apenas reagia à eletricidade que passava através do filamento. Mas, foi em 1905, que o físico inglês J.A. Fleming inventou a válvula eletrônica, o primeiro elemento eletrônico de uso prático que criou o princípio daquilo que conhecemos hoje como tecnologia. O conceito de eletrônica é a capacidade de controlar a intensidade da corrente elétrica para obter resultados esperados, diferentemente do que acontece nos circuitos elétricos, utilizando para isto, fenômenos eletrônicos.

Isto foi um salto gigantesco para a humanidade.

Depois, 16 de dezembro de 1947, Brattain e Bardeen, cientistas do Bell Telephone Laboratories inventaram o transistor. O anúncio da descoberta do transistor, contudo, foi adiado até o dia 30 de junho de 1948. Estes seis meses foram gastos pesquisando-se mais sobre o dispositivo até ser demonstrado para a imprensa nas instalações do Bell Labs em Nova York. Isso abriu caminho para outro grande salto tecnológico: a invenção do circuito integrado, em 1958, por Jack S. Kilby da Texas Instruments, e Robert N. Noyce da Fairchild Semiconductor.

Life, 1954, John Bardeen, William Shockley, Walter Brattain, revista, Transistor
Foto da revista Life, de 1954. Da esquerda para a direita, John Bardeen, William Shockley e Walter Brattain

















Estava tudo pronto para a criação do microprocessador!

A miniaturização extrema de muitos circuitos elétricos pode ser alcançada fazendo-se resistores, capacitores, transistores e diodos em uma única lâmina de silício” (Kirby)

Jack St. Claire Kilby
Apesar disto, somente na década de 1970 que a tecnologia MOS (metal-oxide semiconductor) atingiu seu auge, seguida logo pela CMOS (complementary metal-oxide semiconductor), a tecnologia predominante nos chips de hoje. Conceitualmente o processador 4004, do engenheiro da Intel, MarcianHoff (também chamado de Ted Hoff), foi o primeiro a ser desenvolvido e tinha velocidade de clock inicial de apenas 740 kHz (740 mil cálculos por segundo). A RCA introduziu o primeiro microprocessador CMOS, o 1802 com velocidade de 3.2 MHz (3,2 milhões de cálculos por segundo), em 1974.

Hoje, IBM Summit, considerado o supercomputador mais rápido do mundo, é capaz de realizar 200 quatrilhões de cálculos por segundo (200 petaflops), utiliza 37 mil processadores e ocupa mais de 520 metros quadrados do Laboratório Nacional de Oak Ridge, instituto de pesquisa onde foi hospedada nos Estados Unidos.

Para saber um pouco mais desta evolução, veja aqui a postagem sobre a Historia do computador.

Agora sim, chegamos à era da Computação Quântica... ou quase.

A física quântica é a teoria que estuda os sistemas físicos cujas dimensões são próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons e de outras partículas subatômicas. 

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Max Planck
Essa teoria surgiu durante os primeiros anos do século XX, sendo o físico Max Planck (1858 – 1947), criador da “constante de Planck” (E = h.v), um dos pioneiros a desenvolver os seus princípios básicos. No entanto, foi Albert Einstein que batizou a equação de Planck de quantum (palavra latina que significa “quantidade”) pela primeira vez. Vários cientistas e físicos contribuíram para o desenvolvimento da teoria física quântica, como: Werner Heisenberg (1901 – 1976), Louis de Broglie (1892 – 1987), Niels Bohr (1885 – 1962), Erwin Schrödinger (1887 – 1961), Max Born (1882 – 1970), John von Neumann (1903 – 1957), Richard Feynman (1918 – 1988), Wolfgang Pauli (1900 – 1958), entre outros.

Há várias interpretações da física quântica (ou mecânica quântica) que tentam responder a questão: Sobre o que trata exatamente a mecânica quântica? Destacam-se: Interpretação de Copenhaga, Interpretação de Bohm, Interpretação de muitos mundos, Histórias consistentes, Consciência causa colapso, Teorias de colapso objetivo, Lógica quântica, Interpretação transacional, Interpretação conjunta e Interpretação estocástica. 

Mas, oque realmente importa nesta postejem é que: no dia 23 de Outubro de 2019, a Google declarou que atingiu a supremacia quântica com o computador batizado Sycamore, desenvolvido em parceria com a NASA. Este equipamento gigantesco demorou 3,3 minutos para realizar cálculos que levariam 10.000 anos no Summit.

Isso mesmo, o supercomputador demoraria 10.000 anos para fazer o cálculo.


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Processador Quântico Sycamore e sua montagem
Muitos cientistas já criticaram esta declaração. Eles acreditam que o supercomputador da IBM levaria 2,5 dias para executar o cálculo, e que o algoritmo clássico correto ainda não foi encontrado, dentre outras coisas. Esta declaração pode ser um marco na história humana, assim como o satélite Russo Sputnik marcou o inicio da era espacial.

Uma unidade de informação quântica ou bit quântico é chamado de qubit, às vezes qbit; e ainda não se sabe qual real velocidade do Sycamore. Estando o cálculo exagerado ou não, a possibilidade de “programação atômica” é uma realidade plausível. Veja na imagem abaixo como isso é possível.

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Na imagem, as funções de onda do elétron em um átomo de hidrogênio em diferentes níveis de energia. A mecânica quântica não pode prever a localização exata de uma partícula no espaço, apenas a probabilidade de encontrá-la em locais diferentes. As áreas mais brilhantes representam uma maior probabilidade de encontrar o elétron. Assim que for possível provocar e identificar estes padrões, podemos utilizá-los para realizar cálculos complexos.

Os computadores atuais possuem limitações, como por exemplo na área de Inteligência Artificial (IA), onde não existem computadores com potência ou velocidade de processamento suficiente para suportar uma IA avançada. este problema seria facilmente resolvido com o advento da supremacia quântica.

No vídeo abaixo há uma breve explicação de como isso é possível.



E finalmente, teremos a integração da tecnologia Quântica com tudo que conhecemos. Aparelhos eletrônicos (Serão aparelhos quânticos?), roupas (poderão ajustar o tamanho e até se limpar sozinha), moveis (que adquirirão outras formas e cores), veículos (que serão autônomos), residências e indústrias, só para citar algumas das possibilidades.

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Tricorder do Dr. McCoy, da série de televisão Star Trek
Na medicina, os avanços poderão ser mais inacreditáveis ainda, como os scanners dos filmes de ficção.

Há ainda quem acredite que esta tecnologia estará conectada ao nosso cérebro, lendo nossos pensamentos, aposentando os comandos manuais e até os comandos de voz. Jogos e programas de realidade virtual alcançarão um nível que será difícil distinguir entre estes ambiente se a realidade.

A velocidade de processamento mudará o mundo virtual que conhecemos hoje; a internet e os negócios financeiros serão diretamente afetados.

Muitos protótipos de computadores quânticos já foram testados em laboratórios de todo o mundo, porém o seu desenvolvimento ainda dependente de muitas pesquisas e investimentos. No Brasil há diversos núcleos de pesquisas na área da computação quântica, como o grupo no LNCC (Laboratório Nacional de Computação Científica) e grupos pertencentes as instituições de ensino superiores, com destaque para universidades do Rio de Janeiro e da Paraíba.

Não se assuste, ao que parece, esta realidade não chegará nesta nossa geração.



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Fontes:
infoescola.com






quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Dove-OSCAeR 17

Provavelmente você nunca ouviu falar de Junior Torres de Castro, o PY2BJO

Dove, Nasa, Radio amador, Satélite
Paulista de Botucatu, Junior foi a é a única pessoa física no mundo a ter lançado um satélite próprio ao espaço .

Formado em engenharia elétrica pela USP - Universidade deSão Paulo e engenharia eletrônica pela Columbia University in the City of NewYork, além disso, fez cursos em Geologia, Geofísica (Suécia) e era PhD em Física. Conseguiu estabilidade financeira com uma empresa do ramo de perfuração de poços artesianos. Mas, apesar do vasto currículo e o sucesso financeiro, foi como radioamador que ele realmente se sentia realizado.

O desejo te ter um satélite próprio começou em 1957, quando a União Soviética lançou o Sputnik, dando o primeiro passo da Era Espacial. Com apenas 24 anos de idade, conseguiu captar os sinais do equipamento e a vontade de construir um equipamento para si tornou-se sua missão de vida.

Dove, Nasa, Radio amador, Satélite
Em 1976, Castro comandou a construção do Little Brick, ou Tijolinho, o primeiro modelo de seu satélite. Embora seu projeto não pudesse ser colocado em órbita, ele foi convidado a participar de um congresso na Universidade de Utah em 1977 e conseguiu diversas cartas de recomendação de cientistas como Jean King, Harold Price e Jim White; para que fabricantes de equipamentos espaciais apoiassem sua iniciativa. Dessa forma, conseguiu peças doadas ou a preço de custo, além do apoio de um laboratório norte-americano.

Nos anos 1980, ajudou a Agência Espacial Russa (na época URSS) a recuperar um satélite perdido logo depois de seu lançamento devido a problemas de comunicação. O problema foi resolvido através do grupo mobilizado por Torres, usando equipamentos de radio amador.

Enquanto desenvolvia o satélite ajudava na comunicação das missões dos ônibus espacial com o Centro de Controle da NASA. O radioamador repassava as informações de telemetria do ônibus espacial para a NASA; e quando o ônibus espacial Columbia não conseguiu se comunicar com o satélite TDRS, Castro salvou os experimentos que estavam sendo realizados a bordo do ônibus espacial ajudando na comunicação. O feito do radioamador brasileiro foi noticiado em jornais, revistas e até no Fantástico. Ele foi convidado para ir até os Estados Unidos, em Houston, para ser homenageado em outubro de 1987 pela NASA e por 86 astronautas por ter salvado a missão da Columbia. 

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Em 22 de janeiro de 1990 o foguete Ariane 40 H10 foi lançado a partir do Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, levando o Dove-OSCAeR 17 (Digital Orbiting Voice Encoder) ou DO 17, satélite projetado e desenvolvido pelo radioamador brasileiro. Produzido com recursos próprios para fins educacionais e humanitários, O DOVE inseriu Junior Torres Castro na galeria dos nomeados para o Prêmio Nobel da Paz. (Assista o vídeo do lançamento)

Dove, Nasa, Radio amador, SatéliteCom o ônibus espacial Atlantis (STS-45), ele apareceu na TV ajudando as crianças brasileiras a se comunicarem com o astronauta Brian Duffy em 26 de março de1992, com a reportagem sendo exibida no Jornal Nacional. Junior era uma Estação de Apoio da NASA e da Estação Espacial Mir.

Quando o astronauta brasileiro Marcos Pontes estava no espaço em abril de 2006, Júnior Torres de Castro foi uma das pessoas que conseguiram fazer contato com o primeiro brasileiro no espaço.
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"DOVE" significa pomba em inglês.

Junior Torres de Castro faleceu em 17 de janeiro de 2018, aos 84 anos e está sepultado no Cemitério Gethsêmani, na cidade de São Paulo.


Assista a uma reportagem do SBT feita com o Júnior Torres de Castro em 1990, logo após o lançamento do satélite: Reportagem


Características do satélite

 Dove-OSCAeR 17 (Digital Orbiting Voice Encoder), satélite
Dove-OSCAeR 17 (Digital Orbiting Voice Encoder)
O Dove-OSCAR 17, foi um microsatélite da série AMSAT (também conhecido como BRAMSAT no Brasil, atual AMSAT-BR). Possuía o formato de um paralelepípedo de 21 × 23 × 23 centímetros, 16 pequenos painéis solares, 5 antenas de telemetria e um sintetizador de voz digital denominado "Digital Orbiting Voice Encoder" (abreviado como DOVE), projetado para emitir mensagens de telemetria para instituições educacionais. O satélite tinha uma massa total de 12,92 kg. Foi posto em órbita como uma das cargas secundárias do lançamento do satélite SPOT-2.

Entre as funcionalidades do DOVE, mensagens de crianças de diversas partes do mundo que pediam a paz entre os povos; mas sua missão primária foi prover um sinal de áudio em FM para recepção por instituições educacionais. A telemetria, em frequência distinta, ocorria a 1.200 bauds no formato AFSK AX.25, decodificado com receptores e TNCs muito populares entre os radioamadores.

O satélite operou até março de 1998, quando devido a uma falha em sua bateria, parou de transmitir dados de telemetria. Entretanto, o mesmo possuí painéis solares ainda funcionais, e quando estes estão alinhados ao sol, o satélite volta a transmitir dados de telemetria.




Fontes:

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Controvérsia lunar


Morreu Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na Lua em 20 de julho de 1969 dizendo a célebre frase "Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade".

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Neil Armstrong
Um feito histórico e considerada a maior realização humana de todos os tempos.

Nascido na cidade de Wapakoneta, no estado norte-americano de Ohio, Armstrong entrou na Universidade de Purdue onde estudou engenharia aeroespacial e também foi aceito para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, em 1949 Armstrong foi aviador da Marinha, tendo combatido na Guerra da Coreia, ele serviu até 1952 como piloto de caça, com 78 missões cumpridas. Ele recebeu a Medalha do ar por 20 missões de combate, uma Estrela de Ouro pelos 20 subsequentes, e a Medalha de Serviço coreano e Estrela de noivado. Se tornou piloto de testes de empresas fabricantes de aviões, testando mais de 900 tipos de aeronaves diferentes durante a década de 1950, incluindo o famoso X-15, o primeiro avião do mundo a voar na estratosfera terrestre

Estes feitos notórios tornaram Neil o comandante da missão Apolo 11 

Em 7 de agosto, Armstrong foi submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência, após terem sido encontrados quatro obstruções em suas artérias coronárias. A partir de então esteve em recuperação num hospital em Cincinnati, cidade onde morava com a sua mulher. Morreu aos 82 anos de idade, no dia 25 de agosto de 2012, não resistindo a complicações relacionadas com as recentes intervenções cirúrgicas.


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Tão importante quanto seus feitos, são as teorias de conspiração e fraude que cercam esta missão americana á Lua.

Será que o homem realmente pisou na Lua "naquela data"? 

Alguns estudiosos acreditam que esta façanha só foi possível alguns anos depois. Uma prova disto seria o fato da NASA falhar por 10 anos em por uma sonda em Marte, com a tecnologia que temos hoje.

Mas, ser não é verdade, criou-se um império sobre um grande engodo. O que não seria nenhuma novidade politica afinal.

Veja algumas provas que os céticos reuniram para comprovar a farsa:

Luz, vento, vácuo, estrelas. Oque sobra e o que falta nas fotos daNasa, segundo os incrédulos
* Na penumbra

A "farsa" da Nasa
Como só há uma fonte de luz na Lua (o Sol) e como não há atmosfera para difundi-la, as sombras não deveriam formar as regiões de penumbra mostradas nas fotos. Além disso, objetos paralelos não têm sombras paralelas, o que prova que havia mais de uma fonte de luz: os refletores do estúdio.
Verdade ou mentira?
Além do Sol, havia fontes de luz secundárias - a reflexão da luz solar na Lua, nas roupas dos astronautas e no módulo lunar. Boa parte dos raios refletidos na superfície do satélite "bate" de novo nos objetos e espalha-se em diversas direções, o que explica o aparecimento da penumbra. Quanto ao paralelismo, a transposição de 3 dimensões para 2 provoca as distorções.

* Tremulando no vácuo

A "farsa" da Nasa
As fotos e os vídeos exibidos mundo afora mostram a bandeira americana tremulando. Como isso é possível se na Lua não há atmosfera nem vento? Esta é mais uma prova de que a tripulação da Apolo 11 simulou a alunissagem num estúdio, onde começou a ventar acidentalmente.
Verdade ou mentira?
Além da haste vertical, a bandeira tinha um suporte horizontal, para manter-se aberta. Ao ser fincado no solo, o mastro foi girado, criando o movimento. Justamente porque não existe atmosfera em solo lunar o movimento durou algum tempo (não há ar para brecá-lo). Além disso, as dobras do pano reforçam essa impressão. Aliás, se havia vento no estúdio, por que não se vê poeira?

* Filmes ultra-resistentes

A "farsa" da Nasa
As temperaturas na superfície lunar variam de 120o Celsius negativos a 150o Celsius positivos. O fato é que nem filmes especiais seriam capazes de resistir a tamanha oscilação. Por isso, todas as fotos que você já viu sobre o homem na Lua (inclusive as que ilustram estas páginas) são, é claro, 100% falsas.
Verdade ou mentira?
De fato, nenhum filme agüentaria tais condições de temperatura. Só que os filmes não foram expostos a elas. No vácuo lunar o calor não se propaga por condução ou convecção, só por irradiação (incidência direta de luz) e seus efeitos podem ser muito reduzidos com proteção reflexiva. Por isso, as câmeras foram envolvidas com material branco - como as roupas.

* Ouvir estrelas

A "farsa" da Nasa
Mais uma prova de que o homem não foi à Lua é o fato de que não aparecem estrelas no céu em nenhuma das fotos. Certamente os manipuladores da Nasa se esqueceram de colocá-las no cenário montado dentro do estúdio.
Verdade ou mentira?
Quantas vezes você já fez fotos à noite e apareceram estrelas? Além disso, em locais muito claros, como o solo dos desertos ou da Lua, o tempo de exposição do filme deve ser muito reduzido, o que impede que as estrelas sejam "impressas" na película.

* Tem fogo?

A "farsa" da Nasa
As imagens do pouso e da decolagem em solo lunar não mostram as chamas expelidas pelo foguete e também não há marcas na superfície do satélite. Além disso, como os 3 astronautas poderiam retornar da Lua num módulo tão pequeno para caber o combustível necessário para impulsioná-lo?
Verdade ou mentira?
A combustão da mistura de hidrazina e tetróxido de nitrogênio produz uma substância incolor. Como não havia ar em volta da nave, os gases espalharam-se rapidamente. Ou seja, nada de chamas visíveis. O mesmo vale para a ausência de crateras. Como não há ar, a parte do solo atingida pelos gases não se dispersou. A gravidade menor exige menos energia para a decolagem.

* Siga as pegadas

A "farsa" da Nasa
As marcas das botas usadas pelos astronautas são mais parecidas com pegadas feitas em solo úmido. Mas todo mundo sabe que na Lua não há água. Ou seja, as imagens são mais uma prova da grande armação.
Verdade ou mentira?
Essa nem os cientistas explicam direito. As fotos foram feitas para registrar a natureza da poeira lunar e os efeitos da pressão sobre o solo. E elas mostram que a superfície é seca, fina e se compacta facilmente, por causa da ausência de ar. (Super interessante) (A Fraude do Século) (Show da Lua)


modulo lunar, apolo 11
Modulo lunar
Muitos acreditam que esta maquina não tem condições de "voar"; não possue tanque de combustível com tamanho suficiente, e o mais interessante: "Não formou cratera abaixo do propulsor!". A pegada do astronauta fez uma marca de alguns centímetros de profundidade, mas os pés do modulo e o jato propulsor não.

astronauta, pouso na lua, modulo lunar

Quem gosta de fotografia já matou esta. Como você fotografa alguma coisa que está na sombra?!?!?!? Como pode ser visível a escada e o astronauta em meio a penumbra causada pela sombra do modulo lunar? Um mistério.

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Agora você tire suas próprias conclusões. Eu prefiro concordar com o falecido Dr. Enéas:

"Vivemos a era do achismo... todos acham, mas ninguém sabe nada!"

fui...